Quem é Jesus, Cristologia

Cristologia – Conhecendo as Doutrinas da Bíblia

A Cristologia

Paz e Graça. Voltando aqui pra continuar o nosso estudo sobre as Doutrinas da Bíblia, semana passada falamos sobre a Doutrina da Trindade, e hoje falaremos sobre a segunda pessoa da Trindade, o Cristo, o termo técnico para esta matéria é Cristologia e você pode estudar com mais profundidade esta e outras matérias da Teologia Cristã no nosso Clube da Teologia.

Um fato que todos concordam, independente de crença é que Jesus de Nazaré transformou a história da humanidade. Jamais houve e jamais haverá alguém como Ele. Ele é o tema de mais livros, peças, poesias, filmes, e manifestações de adoração do que qualquer outro homem na história da humanidade. Ele dividiu a história humana em a.C. e d.C. – “antes e depois de Cristo”, a Cristologia é amplamente nos circulos academicos e filosóficos em todo o mundo.

Ler as Suas palavras cuidadosamente “comparando-as com as de Maomé, Buda, e os escritos hindus, ou de qualquer outro líder religioso” é ficar atônito diante do seu poder e singularidade. Os que O ouviram, perguntaram surpresos: “Donde lhe vêm esta sabedoria e poderes miraculosos?” (Mt 13.54). Observar o que Ele fez é convencer-se intuitivamente das afirmações básicas da fé cristã.
Tudo de bom que o cristianismo fez ao mundo é resultado da influência de Jesus. Mas, quem era esse homem? As Escrituras hebraicas predisseram com séculos de antecedência a vinda de um Messias divino para toda a humanidade, e Jesus é o cumprimento dessas profecias.

Quem é Jesus?

Seu nome Jesus significa:” Jeová é salvação“; o filho de Deus, Salvador da humanidade, Deus encarnado.
Jesus é Deus tornado ser humano (Jo 1.14) para salvar as pessoas (1Jo 4.14). “Jesus ou Iesous” quer dizer “Yahweh é Salvador”; é a forma grega de “Josué” (Mt 1.21). “Cristo” quer dizer “Ungido”; é o mesmo que o termo hebraico MESSIAS (At 17.3).Genealogia de Jesus (Lc.3:23-38) Jesus Cristo é o Espírito da Profecia. A Forma Hebraica do seu nome é:

Yeshua Mashiach significa Jesus Cristo, o Messias.

Na verdade esse é um termo em aramaico, que era a língua falada por Jesus e também por seus discípulos. Os judeus, principalmente em Israel, ainda utilizam bastante a palavra. É possível encontrá-la no Novo Testamento porém, com uma ortografia diferente: Yeshu ha Notzri.

Yeshua Mashiach também pode ser escrito em hebraico, que é a língua sagrada dos judeus, a grafia é exatamente igual a do aramaico. O nome Yeshua é escrito também como Yehoshua, traduzido em português para Josué.

Títulos atribuídos a Jesus em toda a Bíblia Sagrada

EMANUEL (Mt 1.23); FILHO DE DAVI (Lc 20.41); FILHO DE DEUS (Jo 1.34); FILHO, DO HOMEM (Mt 25.31); SENHOR (At 2.36); VERBO (Jo 1.1-14= Palavra); SERVO; ( Fp 2.7); SERVO DO SENHOR (Is.53); CORDEIRO de Deus (Jo 1.29); SUMO SACERDOTE.(Hb 7.26; Hb.8.6); MEDIADOR (1Tm 2.5);NAZARENO (At.2:22-36); SALVADOR (Mt.1:18-25);PRINCIPE DA PAZ (Is.9:7).


Quem é Jesus? Sua Natureza

Esta é uma pergunta que muitos fazem até hoje, e o próprio Jesus questionou os seus discípulos acerca disso. Perguntou para seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” (Mateus 16, 13-14). E a Cristologia trata de trazer a resposta à luz das escrituras Sagradas

A Bíblia Sagrada afirma categoricamente que Cristo possui duas naturezas, ou seja, Jesus é tanto divino quanto humano. Ele existe junto com Deus Pai na eternidade como a segunda pessoa da Trindade, mas tomou para si a natureza humana na ENCARNAÇÃO. O Resultado disso não compromete nem confunde de forma alguma, seja a natureza divina, seja a humana, de modo que Cristo era totalmente Deus e totalmente homem, e permanecerá nessa condição para sempre.  As duas naturezas de Cristo subsistindo em uma pessoa dá-se o nome de UNIÃO HIPOSTÁTICA.

Algumas pessoas  alegam que a Cristologia, no ponto da União Hipostática gera uma contradição; Quero, antes de fornecer qualquer respaldo bíblico para esta Doutrina, irei primeiro defender sua consistência lógica.

Gostaria de recordar ao atento leitor, acerca de nossas conversas sobre a Trindade. A formulação doutrinária histórica da Trindade diz: “Deus é um em essência e três em pessoa”. Essa afirmação não acarreta contradição alguma. Vincent Cheung diz que Para haver uma contradição nós precisamos afirmar que “A é não-A”. Em nosso caso, isso se traduz da seguinte maneira: “Deus é um em essência e três em essência”, ou “Deus é um em pessoa e três em pessoa”. Afirmar que Deus é um e três (não um) ao mesmo tempo e no mesmo sentido é autocontraditório. Porém, nossa formulação da doutrina diz que Deus é um em um sentido e três em um outro diferente: “Deus é um em essência e três em pessoa”. Cheung,  Vincent – Teologia Sistemática

Além disso, embora cada uma das três pessoas participe na Divindade única, a doutrina não se torna um triteísmo visto que ainda há um único Deus, não três. A “essência” na formulação acima se refere aos atributos divinos, ou à própria definição de Deus, de forma que todas as três pessoas da Divindade preenchem completamente a definição de deidade. Mas isso não faz supor um triteísmo, pois a própria definição de deidade inclui o atributo ontológico da Trindade, de modo que cada membro não é um Deus independente. O Pai, o Filho e o Espírito são “pessoas” distintas porque representam três centros de consciência dentro da Divindade. Logo, embora todos os três participem completamente da essência divina de modo a fazê-los um só Deus, esses três centros de consciência resultam em três pessoas dentro dessa Divindade única.
De modo bem semelhante, a formulação doutrinária da pessoalidade e encarnação de Cristo dentro da cristologiadiz que ele é um num sentido e dois num outro diferente. Ou seja, ele é um em pessoa, mas dois em naturezas.

A doutrina das duas naturezas numa só pessoa transcende a razão humana. É expressão de uma realidade supermental e de um mistério incompreensível, que não tem analogia na vida do homem como a conhecemos, não acha suporte na razão humana e, portanto, só pode ser aceita pela fé na autoridade da palavra de Deus. Por essa razão, há redobrada necessidade de atentar para os ensinos da escritura sobre este ponto.

Existe diversas passagens nas Escrituras Sagradas que se referem às duas naturezas de Cristo, sempre evidenciando que só se tem em mente uma unica pessoa, Rm 1.3,4; Gl 4.4, 5; Fp 2.6-11. Em diversas passagens ambas as naturezas são expostas como unidas. Em parte alguma a Bíblia ensina que a divindade, no abstrato, ou algum poder divino estava unido a uma natureza humana ou nesta manifestado, mas sempre ensina que a natureza divina, no concreto, isto é, a pessoa divina do Filho de Deus, estava unida a uma natureza humana, Jo 1.14; Rm 8.3; Gl 4.4; 9.5; 1 Tm 3.16; Hb 2.11-14; 1 Jo 4.2, 3.

A União Hipostática  de Cristo, um Mistério.

Jesus - Deus-homem

A união das duas naturezas numa pessoa é um mistério que não pode ser compreendido, por essa mesma razão, é freqüentemente negado (assim como a Trindade Santa). Às vezes é comparado com a união de corpo e alma no homem; e de fato, há alguns pontos de similaridade. No homem há duas substancias, matéria e espírito, intimamente unidas e, contudo, não misturadas; assim também o mediador. No homem o princípio de unidade, a pessoa, não tem sua sede no corpo e do corpo sobre a alma é um mistério,assim também, na Cristologia,  a relação das duas naturezas de Cristo e suas influencias recíprocas. Tudo que acontece no corpo e na alma é atribuído à pessoa; assim tudo que se dá nas duas naturezas de Cristo é atribuído a Sua pessoa.

 

Às vezes se denomina um homem de acordo com o seu elemento espiritual, quando se lhe atribui algo que se aplica mais particularmente ao corpo, e vice-versa. Semelhantemente, coisas que se aplicam somente à natureza humana de Cristo são atribuídas a Ele quando Ele é mencionado segundo Sua natureza divina, e vice-versa. Como é uma honra para o corpo estar unido à alma, assim é uma honra para a natureza humana estar unida à pessoa do Logos. Naturalmente, a comparação é defeituosa. Ela não ilustra a união do divino e o humano, do infinito e o finito. Tampouco ilustra a unidade das duas naturezas espirituais numa só pessoa. No caso do homem, o corpo é material e a alma é espiritual. É uma união maravilhosa mas não tão maravilhosa como a união das duas naturezas de Cristo. Berkoff, Louis – Teologia Sistemática

Provas da Divindade de Jesus no Novo Testamento

Veja o que a Bíblia diz sobre Ele:

Jesus é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação (Colossenses 1.15);
Porque aprouve a Deus que, em Jesus, residisse toda a plenitude (Colossenses 1.19);
Jesus é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste (Colossenses 1.17);
Em Jesus habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade (Colossenses 2.9);
Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito [Jesus], que está no seio do Pai, é quem o revelou (João 1.18);
Jesus é o resplendor da glória e a expressão exata do Ser de Deus, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder… (Hebreus 1.3);
Em Cristo todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos (Colossenses 2.3); § O Verbo [Jesus] estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu (João 1.10);
O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia se anifestou… Isto é, Cristo em vós, a esperança da glória (Colossenses 1.26,27);
Jesus é a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem (João 1.9);
Deus, o Pai, constitui ao Filho, Jesus, herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo (Hebreus 1.2);Jesus é o Mediador da Nova Aliança… (Hebreus 12.24);
Jesus é o Autor e Consumador da fé… (Hebreus 12.2);
Em Jesus temos a redenção, a remissão dos pecados (Colossenses 1.14);
Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem (1 Timóteo 2.5); § Jesus disse: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6).

Ainda há muito a ser tratado acerca da Cristologia, mas por hora, ficarei por aqui, recomendo o que o querido leitor pesquise livros de Teologia Sistemática para aprofundar melhor no assunto, uma vez que é de Suma importância.

Livros que utilizei para o aretigo:

Teologia Sistematica – Vincent Cheung

Teologia Sistematica – Louis Berkhof

Apostila de Teologia Sistemática – FATEOS

Pr. Altemar Oliveira

Palavras Pesquisadas neste artigo:

Cristologia, Teologia Sitemática, Quem é Jesus, União Hipostática de Cristo, Divindade de Cristo, Jesus é Deus

Doutrina da Trindade

Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – A Doutrina da Trindade

Olá Querido Leitor, Paz e Graça. Este pequeno material tem a finalidade de expor a você os Rudimentos da fé cristã. A palavra “doutrina” significa ensinamento. E nestes pequenos textos, buscarei sintetizar o maior número possível de doutrinas bíblicas, para que você fique familiarizado, e assim crescer na graça e no Conhecimento de Deus. Procurei escrever de maneira simples e bem clara os ensinos, sempre bem munidos de base escriturística, trazendo sempre, os textos bíblicos que darão embasamento as Doutrinas aqui expostas. Em nenhuma doutrina frisarei minha ideias particulares, mas procurarei usar a Palavra para acurar a mais límpida verdade. Tenho por certo que existem verdades cristãs que devem estar na mente e coração de cada autêntico servo de Deus.

Procurei ser o mais simples possível ao compilar este trabalho, haja vista que nesses últimos dias muitos, no afã de se tornarem mestres acabam dando ouvidos a demônios, se esquecendo da simplicidade que há no verdadeiro evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Que a graça do Senhor nos ajude e que possamos crescer nela com a ajuda do Santo Espírito. Quero lembrar vos sempre a exortação paulina: “Se morrestes com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não provem, não manuseies (as quais coisas todas hão de perecer pelo uso), segundo os preceitos e doutrinas dos homens? As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria em culto voluntário, humildade fingida, e severidade para com o corpo, mas não têm valor algum no combate contra a satisfação da carne” (Cl.2:20- 23).

A DOUTRINA DA TRINDADE

A Doutrina da Trindade é uma das mais importantes Doutrinas Bíblicas e está fundamentada basicamente sobre duas premissas:

1) O monoteísmo é uma verdade;

2) A divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, também é uma verdade. Portanto, temos um único Deus, mas três pessoas.

A Bíblia Sagrada ensina de forma clara e explicita que existe um único Deus (Dt 6.4; Mc 12.29- 32). O apóstolo João, conhecido como apóstolo do amor, diz no seu Evangelho: “Ora a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3).

João registrou essas palavras ditas pelo Senhor Jesus Cristo, deixando claro que existe um único Deus Verdadeiro, neste versículo a expressão Deus Verdadeiro está claramente associada à pessoa do Pai. Na declaração de Jesus, o Pai é o único Deus Verdadeiro. Porém, o mesmo João que escreveu o  Evangelho que leva o seu nome, escreveu também na sua Primeira Epístola Universal no capítulo 5 e versículo 20: “Também sabemos que o Filho já veio, e nos deu entendimento para conhecermos aquele que é verdadeiro. E estamos naquele que é verdadeiro, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Essas palavras afirmam categoricamente a divindade de Jesus:Ele é o Verdadeiro Deus e a vida eterna.

Podemos observar que o mesmo João que escreveu no Quarto Evangelho, foi o autor da 1ª Epístola a que referimos. Assim sendo, ele atribui a palavra Deus Verdadeiro, tanto à pessoa do Pai, como à pessoa do Filho. Esses textos são provas claras de que o apóstolo João conhecia a Unidade Composta de Deus, ou seja, a unidade de essência de Deus como sendo único e verdadeiro, composto por pessoas, neste caso: Pai e Filho. Não estou dizendo que o Pai seja o Filho, de maneira alguma, mas que o Pai e o Filho são duas pessoas como o próprio João declara: “Graça, misericórdia, e paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, serão conosco em verdade e amor” (2 Jo 1.3).

Agora se o Pai é chamado de Deus Verdadeiro (Jo 17.3),  Filho é chamado de Deus Verdadeiro (1 Jo 5.20) e o Espírito Santo é chamado de Deus (Atos 5.34), e, no livro do Profeta Isaias, no capítulo 43 versículo 10 e 11 lemos: “Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e o meu servo, a quem escolhi, para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador;” Se existem três pessoas chamadas na Bíblia de Deus Verdadeiro e a própria Bíblia não admite outro deus ou Deus, senão o Deus único, ou admitimos a pluralidade na unidade ou somos obrigados a admitir um politeísmo barato, insuportável e grosseiro.

O Unicismo (Movimento que nega as pessoas da Trindade, conhecido também como Modalismo.) tenta explicar o assunto desenvolvendo a teoria das três manifestações. Seria um único Deus Verdadeiro que se manifestara em três formas, ora como Pai, ora como Filho, ora como o Espírito Santo. Essa teoria unicista não encontra sustentação na verdade bíblica, já que na Bíblia encontramos passagens deixando claro que são pessoas distintas e não meras manifestações (Jo 1.1-3; 8.16-18; 15.26).

O apóstolo João diz: Quem é o mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho (1 Jo 2.22). Embora esses versículos foram escritos para proteger a Igreja do gnosticismo, nos ensina que não podemos negar a personalidade das pessoas. Quem nega que Jesus é o Cristo, quem nega a personalidade do Pai e a personalidade do Filho é classificado como mentiroso, contrário a Cristo, já que negar essas verdades bíblicas são características da doutrina do espírito do anticristo e não do cristianismo ortodoxo.
Algumas seitas por não compreenderem o mistério de Deus-Cristo, criaram uma teoria ―racionalista paradoxal negando a divindade de Cristo e a pluralidade na unidade divina (1 Tm 3.16).  

Assim desenvolveram um sistema doutrinário peculiar, ou seja, a crença em duas divindades, uma todo-poderosa, chamada de Jeová e outra menos poderosa ou apenas Poderosa, chamada de Jesus. Esse ensino caí de vez no politeísmo, ou seja, a crença em duas ou mais divindades. Algo que é impensável na Doutrina cristã monoteísta. Bem diz o Credo Niceno e Atanasiano: Pois da mesma forma que somos compelidos pela verdade cristã a reconhecer cada Pessoa, por si mesma, como Deus e Senhor. Assim também somos proibidos pela religião católica (universal) de dizer: Existem três deuses ou três senhores.
A crença num Deus eternamente subsistente em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo contempla a realidade bíblica sem ferir o monoteísmo ético. Não enveredamos para o politeísmo nem para a negação das pessoas. Assim, a Doutrina da Trindade não é irracional e antibíblica como querem os grupos não ortodoxos, mas é plenamente bíblica e verdadeira.

Quando Tertuliano, escritor cristão de língua latina (pai da Igreja), cria a expressão “Trinitas”, que significa Trindade, ele não estava criando a Doutrina da Santíssima Trindade, uma vez que esta doutrina é bíblica e está provada no contexto bíblico desde o Pentateuco que data de cerca de 1400 a. C. e em toda a Bíblia.

Um outro problema levantado pelas seitas que rejeitam a Doutrina Trinitariana é aplicar as passagens bíblicas que se referem ao Filho como homem, para contradizer sua natureza divina. Ignoram que o Senhor Jesus possui duas naturezas: a divina e a humana, assim, essas seitas apresentam as passagens bíblicas que provam a humanidade de Jesus para negar a sua divindade, sendo que essas passagens não contradizem sua divindade, apenas provam sua outra natureza, a humana. Assim como as passagens que revelam a divindade de Jesus não contradizem sua natureza humana, mas simplesmente revelam sua outra natureza a divina, já que o Filho possui duas naturezas, verdadeiro homem (1 Tm 2.5) e verdadeiro Deus (1 Jo 5.20) (União Hipostática).

Credo NicenoAssim afirma o Credo Niceno acerca de Jesus: “Igual ao Pai no tocante à sua Deidade, e inferior ao Pai no tocante à sua humanidade.”
No importante documento intitulado Tomo de Leão, que foi bispo de Roma (440- 461) a parte III diz:  “Assim, intactas e reunidas em uma pessoa às propriedades de ambas as naturezas, a majestade assumiu a humildade, a força assumiu a fraqueza, a eternidade assumiu a mortalidade e, para pagar a dívida de nossa condição, a natureza inviolável uniu-se à natureza que pode sofrer. Desta forma, o único Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, pôde, como convinha à nossa cura, por um lado, morrer e, por outro, não morrer…” e na parte IV diz:

“Neste mundo fraco entrou o Filho de Deus. Desceu do seu trono celestial, sem deixar a glória do Pai, e nasceu segundo uma nova ordem, mediante um novo modo de nascimento. Segundo uma nova ordem, visto que invisível em sua própria natureza, se fez visível na nossa e, Ele que é incompreensível, se tornou compreendido; sendo anterior aos tempos, começou a existir no tempo; Senhor do universo revestiu-se de forma de servo, ocultando a imensidade de sua Excelência; Deus impassível, não se horrorizou de vir a ser carne passível; imortal, não recusou as leis da morte. Segundo um novo modo de nascimento, visto que a virgindade, desconhecendo qualquer concupiscência, concedeu- lhe a matéria de sua carne. O Senhor tomou, da mãe, a natureza, não a culpa. Jesus Cristo nasceu do ventre de uma virgem, mediante um nascimento maravilhoso. O fato de o corpo de o Senhor nascer portentosamente não impediu a perfeita identidade de sua carne com a nossa, pois Ele que é verdadeiro Deus, é também verdadeiro homem. Nesta união não há mentira nem engano.

Corresponde-se numa unidade mútua a humildade do homem e a excelsitude de Deus. Por ser misericordioso, Deus [divindade] não se altera; por ser dignificado, o homem [humanidade] não é absorvido. Cada natureza [a de Deus e a de servo] realiza suas próprias funções em comunhão com a outra. O Verbo faz o que é próprio do verbo; a carne faz o que é próprio à carne; um fulgura com milagres; o outro se submete às injúrias. Assim como o Verbo não deixa de morar na glória do Pai, assim a carne não deixa de pertencer ao gênero humano… Portanto, não cabe a ambas as naturezas dizerem: ―O Pai é maior do que eu ou ―Eu e o Pai somos um Pois, ainda que em Cristo Nosso Senhor haja só uma pessoa. Deus-homem, o princípio que comunica a ambas as naturezas as ofensas é distinto do princípio que lhes torna comum a glória…”

O autor cristão Robert M. Browman Jr., declara com muita propriedade e profundo senso de responsabilidade: Existe a escolha, portanto, entre crer no Deus verdadeiro conforme Ele se revelou, com mistérios e tudo, ou crer num Deus que é relativamente fácil de ser compreendido, mas que tem pouca semelhança com o Deus verdadeiro, Os trinitários estão dispostos a conviver com um Deus a quem não conseguem compreender plenamente, já que adoramos a Deus conforme Ele se tem revelado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS ACERCA DA TRINDADE

Finalmente, declaramos com toda a confiança a nossa fé bíblica na doutrina da Trindade, porque:

  • Aceitamos a doutrina de acordo com o que expõe a Bíblia Sagrada (Mt 28.19; Ef 4.4-6; 1 Co 12.4- 6; 2 Co.13.13; Nm 6.24-26);
  • Não somos politeístas, já que cremos num único Deus, e não aceitamos nenhuma divindade inferior ou superior, além de Deus; (Dt 6.4; Mc 12.29; 1 Co 8.6; Gl 3.20; Ef 4.6);
  • Não somos idólatras, já que não temos nenhum outro deus diante do único Deus; (Êx 20.2-3; Is 43.10-11);
  • Não aceitamos o paganismo, e encontramos fartamente no paganismo a crença em duas ou mais divindades. Ex; Júpiter (o deus supremo dos romanos ou o deus todo-poderoso dos romanos) e Mercúrio (divindade inferior ou deus poderoso); ou para os gregos (Zeus, o deus todo-poderoso e Hermes o deus apenas poderoso), crença similar à das testemunhas-de-Jeová: Jeová, o Deus Todo- Poderoso e Jesus, o deus poderoso;
  • Não aceitamos o critério da razão para conceber a divindade, já que Deus não é concebido por meio de um raciocínio humano, nem por uma demonstração matemática. Deus não é fruto da inteligência da carne, Ele é Deus de mistério (Is 45.15; 1 Tm 3.16);
  • Se o Cristianismo fosse alguma coisa que estivéssemos inventando, é óbvio que poderíamos torná-lo mais fácil. Não conseguimos concorrer, em termos de simplicidade, com as pessoas que estão inventando religiões. Como poderíamos? Estamos lidando com fatos. É óbvio que qualquer um pode simplificar as coisas se não precisar levar em conta os fatos! (C. S. Lewis).

QUADRO DEMONSTRATIVO DA TRINDADE DE DEUS

Doutrina da Trindade

“Porque três são os que testificam no céu: O Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um” (IJo.5:7) Tradução Almeida Revista e Corrigida.

No Próximo artigo, falarei sobre a Cristologia, Se Você não quer perder, se cadastra no formulário abaixo que te avisarei quanto o artigo estiver pronto.

Em Cristo.

Pr. Altemar Oliveira

Curso História da Igreja Cristã -Aula 5

Curso História da Igreja Cristã.

Aula 5 – Curso Avancado em Teologia – Historia da Igreja

Curso de História da Igreja Cristã, Quinta Aula, falamos sobre as Causas Reforma Protestante
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Curso História da Igreja Cristã -Aula 4

Curso História da Igreja Cristã.

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Curso de História da Igreja Cristã, Quarta Aula, falamos sobre a Reforma Protestante
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Curso de História da Igreja Cristã, Segunda Aula, falamos sobre o inicio da Igreja.
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Clube da Teologia – A Canonicidade da Bíblia

A Canonicidade da Bíblia

Termos Citados no Vídeo:

Antilegômena: (significa: falar contra). São os livros bíblicos que em certos momentos da História foram
questionados por alguns.
Apócrifos: (significa: escondidos ou duvidosos). Livros não-bíblicos aceitos por alguns (como a igreja católica
romana), mas rejeitados por outros, por não serem inspirados e conterem muitos erros, o que prova serem de autoria
humana e não divina.
Cânon: Do grego “kánon”, e do hebraico “kaneh”, regra; lista autêntica dos livros considerados como inspirados.
Epístolas: Cartas.
Evangelho: Caminho; boas novas.
Homolegoumena: (significa: falar como um). São os livros bíblicos que foram aceitos por todos e que em
momento algum foram questionados.
Pseudepígrafos: (significa: falsos escritos). Livros não-bíblicos (não canônicos) rejeitados por todos. Seus escritos
se desenvolvem sobre uma base verdadeira, seguindo caminhos fantasiosos;
Sinóptico:  Síntese. Os três primeiros evangelhos são chamados de evangelhos sinópticos, pois são muito
parecidos e sintetizam a vida de Jesus;
Testamento: Aliança, Pacto, Acordo;
Tradução: Transliteração de uma língua para outra;
Versão: Tradução da língua original para outra língua.

Conheça o Clube da Teologia

Por Que Todo Cristão Deveria estudar a Teologi

Por Que Todo Cristão Deveria estudar Teologia – 5 Razões

Por qual motivo eu deveria me importar com o estudo da teologia?
Tudo o que eu preciso não está na Bíblia?
Não preciso aprender essas coisas técnicas da teologia pra seguir Jesus

Por Que Todo Cristão Deveria estudar Teologia

Você provavelmente já deve ter ouvido estas palavras ou algo semelhante de um cristão, e te faço a seguinte pergunta: Você já falou algo desse tipo? Você já pensou em tais coisas? Se sim,tenho uma novidade pra você: Você não está sozinho.

A esmagadora maioria dos cristãos professos tem pouco ou nenhum interesse em estudar teologia. Em suas mentes não existe nenhum fator preponderante entre a teologia e a vida cristã cotidiana. Eles acreditam que a teologia é algo desnecessário e irrelevante.

Alguns acreditam que a “teologia” é algo destinado unicamente ao pastores ou padres ou oficiais da igreja. E na verdade não é! Todo cristão é chamado a “dar as razões de sua esperança” (Cf. 1Pd 3,15). E quando estamos testemunhando acerca da nossa fé, já estamos fazendo teologia, que é a ciência da fé. Não existe conflito ou incompatibilidade entre fé e razão. Agostinho costumava dizer que se Deus nos fez pensantes, pensar é um jeito de louvar o Criador.

O preconceito de alguns crentes acerca da Teologia

Como dito anteriormente, o problema ainda é visto no meio evangélico com bastante preconceito. Estudar Teologia para alguns cristãos é risco. Alguns deles afirmam que o obreiro ou o estudante da teologia pode se tornar um cristão frio, formalista e até mesmo se desviar da fé. Mas afirmo categoricamente que negar a educação teológica é uma estupidez sem igual.

E na Verdade há muitos cristãos que estão muito mais propícios ao fanatismo simplesmente pelo fato de não estudarem, e não procuram adquirir conhecimento. Por essa razão eu quero listar aqui as 5 Razões Por Que Todo Cristão Deveria estudar a Teologia 

Por Que Todo Cristão Deveria estudar Teologia – 5 Razões

1 – Estudar Teologia é buscar conhecer as coisas de Deus

Em João 8:32 está escrito: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. O Texto por si só já nos dá diretrizes em busca de conhecer aquilo que o autor chama de “Verdade que Liberta” E é no estudo sistemático através da teologia que você poderá se aprofundar nas questões bíblicas sendo norteado pelos verdadeiros princípios cristãos. Quanto mais você estuda a Bíblia, mais o autor se revela a você, e por esta razão a teologia é uma ferramenta que irá lhe auxiliar nessas novas descobertas e no aprofundamento bíblico.

Veja o Conselho do Apóstolo Paulo ao Jovem Obreiro Timóteo:

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem tens “Aprendido”. E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.” II Tim 3.14 e 15-16.

Timóteo era filho de Paulo na fé, porém, filho de pai grego, sua mãe Eunice, e sua avó Loíde, ambas criaram Timóteo ensinando-o as verdades de Deus. Então, fica claro porque Paulo lembra-lhe de tudo o que o Jovem Obreiro precisava por em prática, ou seja, o conhecimento que adquiriu na sua infância e adolescência…

2 Todo Cristão faz Teologia, querendo ou não

Essa é uma razão bastante obvia, pelo simples fato de que cada um de nós, em meio a igreja ou quando falamos acerca as coisas de Deus, estamos FAZENDO teologia, estamos teologando.
Teologia não é algo que somente professores ou teólogos renomados e famosos podem fazer, algo que já disse anteriormente.

Teologia é também a maneira que encontrarmos para responder a questões que ou nos atormentam ou algumas vezes deixamos sem respostas. Qualquer resposta que damos, explicando alguma demanda social, ou mesmo pessoal, estamos fazendo teologia. Toda a elaboração do pensamento cristão é teológica, portanto, não há como fugir disso.

E Por isso então, deveríamos cada vez mais nos aprofundar no estudo Bíblico e Teológico. Entender que a teologia bíblica é a tentativa nossa de entender a voz de Deus através de sua palavra escrita.

3 – Estar apto para fazer a defesa de sua crença

Conforme informado nos parágrafos acima, O chamado cristão é um chamado a “dar as razões de sua esperança”. Estudar teologia é buscar a capacitação para em qualquer tempo explicar as razões de ser chamado cristão. A Teologia irá te apresentar a apologética, que é a ciência que estuda a defesa de sua fé. Todo cristão deve estar apto a falar de Deus, e a teologia vai te auxiliar muito neste processo.

4 – Teologia não é letra que mata

Essa é a quarta razão: é preciso entender que teologia não é letra que mata, pois a teologia só será realmente compreendida através da instrumentalidade da ação do Espírito Santo de Deus.
Mesmo que não saibamos as respostas, podemos depender de Deus para orientar e direcionar nossa fé, nossa crença e então nossa prática, sem a qual a fé é vazia em si mesma.

5 – Exercer um Ministério Excelente

A quinta e última razão que enumero aqui (poderia citar inúmeras outras razões, mas creio que estas bastam!) através do melhor conhecimento da Bíblia e da Teologia exercer o ministério de forma mais excelente. Exercer de forma mais profunda e que com certeza glorificará ainda mais a Deus.
O mero conhecimento intelectual tende a nos transformar em pessoas difíceis. O verdadeiro conhecimento, que é experimental nos coloca no lugar certo: no crescimento de nossa fé e espiritualidade.
Aí está um desafio: se você ainda não fez um bom curso teológico que tal iniciar os seus estudos e estudar teologia agora ?
Deus nos abençoe

 

A Importância do Louvor na Vida do Cristão

A Importância do Louvor na Vida do Cristão

Por Elias Nunes.

Graça e Paz, querido leitor. No artigo de hoje, gostaria de te convidar a refletir sobre algo extremamente importante na vida do cristão que é o louvor.

A Importância do Louvor na Vida do Cristão

Para começar a reflexão leia, Salmos 92:1-5:

“Bom é louvar ao SENHOR, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo; Para de manhã anunciar a tua benignidade, e todas as noites a tua fidelidade; Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene. Pois tu, Senhor, me alegraste pelos teus feitos; exultarei nas obras das tuas mãos. Quão grandes são, Senhor, as tuas obras! Mui profundos são os teus pensamentos.”

Se você for capaz de colocar seu coração no entendimento desses versículos, perceberá quão grande e maravilhoso isso é. A motivação de Davi para Louvar ao Senhor não depende de nada mais que perceber como o Senhor é grande e maravilhoso para conosco.

É comum ver que muitas pessoas, erroneamente, consideram o período de Louvor menos importante que o período de pregação. A maioria das congregações divide o culto nesses dois momentos. Mas não é difícil perceber que, infelizmente, existem congregações onde alguns irmãos ficam fora da igreja ou já chegam no culto depois do período de louvor, não dando a devida importância a isso.

Mas vejam a postura de Davi. Ele percebe a grandeza e benignidade das obras do Senhor. E por isso ele o louva pela manhã e TODAS AS NOITES. Por isso, é possível perceber que o louvor não é algo de segunda importância na vida do cristão, o louvor é parte do dia a dia.

Mas perceba querido leitor, não existe uma obrigação em Davi. Ele não louva todos os dias porque o pastor da igreja dele disse que deve ser feito. Ele não louva todos os dias para mostrar aos irmãos que ele faz isso. Ele louva todos os dias por esse motivo: “Pois tu, Senhor, me alegraste pelos teus feitos”.

Isso é puro, genuíno! A alegria que enche a alma de Davi pela grandeza do Senhor o faz desejar louvar pela manhã e todas as noites. Portanto, tanto o período de louvor na igreja, como durante sua vida diária de comunhão com Deus, o louvor não é trivial. Louvar é parte constante do cristão que entende a grandeza do seu Deus.

Visto esse ponto da importância do louvor, gostaria de leva-lo a refletir, também, sobre outro aspecto.

Muitos dizem que você pode cantar de qualquer jeito e que Deus só se importa com o desejo do coração. Mas uma das coisas sobre a grandeza de Deus em nossas vidas é que ele nos capacita a cada dia em todas as áreas de nossas vidas. Seja no colégio, na faculdade, no trabalho, somos capazes de aprender coisas novas todos os dias.

Mas independentemente dessa discussão específica, vamos voltar e ver como Davi se comportava nesse sentido.

Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene.

Vejamos alguns significados da palavra solene no nosso dicionário:

  • “Que se celebra com pompa e suntuosidade. Que se realiza com pompa; majestoso, pomposo.
  • Que tem aparência respeitosa ou nobre; imponente. Que revela importância ou seriedade; circunspecto, sério.”

Portanto, Davi não louvava de qualquer maneira. Justamente por saber a grandeza do nosso Senhor que é digno de todo louvor e também é digno de toda nossa dedicação para que não entreguemos um louvor de qualquer maneira, sem preparo.

Portanto, você pode se aprimorar em qualquer área musical. Muitos vão escolher aprender um instrumento, como Davi cita um instrumento de dez cordas, o saltério e a harpa que são instrumentos extremamente difíceis de se aprender a tocar.

Ou você pode aprender a usar um instrumento musical que Deus deu a todos que é a voz. Ao contrário do que muitos pensam, cantar não é tão trivial quando abrir a boca e emitir sons aleatórios. Cantar exige técnica, dedicação e muita prática para conseguir cantar com afinação, com potência vocal e bom volume.

Muitos irmãos praticam canto desde criança e isso é determinante para que cantem bem, mas quem não tem essa facilidade pode aprender a cantar fazendo aulas de canto, tanto com os irmãos que já sabem cantar na igreja, ou mesmo num curso de canto mais completo na internet.

O irmão Matt Merker fez um artigo muito bom sobre o tema, e complementa esse artigo, você pode ler nesse link. O texto está em inglês, mas você consegue ler usando o tradutor automático do Google Chrome.

Portanto amados irmãos, se Deus vai aceitar o seu louvor de qualquer forma, cantando baixo para dentro e desafinado, eu não posso dizer. Só Ele em Sua Onisciência e Bondade. Mas você pode oferecer o melhor em você para Ele? Você pode ofertar um louvor solene como fazia Davi, simplesmente por nosso Senhor ser tão grande e maravilhoso e nos alegrar com suas obras em nossas vidas. Então faça isso!

 

Sobre o Elias Nunes

Cristão, administrador e entusiasta de teoria musical. Idealizador do site Cursos de Canto, que publica conteúdos sobre técnica vocal, dicas de canto, reviews de cursos e equipamentos para cantores.